sexta-feira, 25 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Diego Capel
Os Freitas Lobos e Antónios Tadeias inventaram Elias como símbolo do novo Sporting (como já haviam inventado Moutinho), mas os adeptos há muito que têm o seu eleito.
(PS: E hoje viu-se que falta faz Rinaudo, insubstituível, como bem notou Rui Santos, que é muito mais intuitivo que os restantes paineleiros).
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Uma aurazinha de satisfação pessoal
A 'falsa precisão' de que Maynard Keynes acusava os seus críticos economistas ainda perdura. Pior: adoptámos sub-repticiamente um vocabulário 'ético' enganador para reforçar os nossos argumentos económicos, concedendo-nos uma aurazinha de satisfação pessoal a partir de cálculos grosseiramente utilitários. Ao impor cortes na segurança social dos pobres, por exemplo, os legisladores, tanto no Reino Unido como nos EUA, sentiram um orgulho singular pelas 'escolhas difíceis' que haviam tido que fazer.
Os pobres votam em número muito menor que todos os outros. Não há por isso grande risco político em penalizá-los: qual é a 'dificuldade' dessas escolhas?
Tony Judt in 'Um tratado sobre os nossos actuais descontentamentos', Edições 70
Tony Judt in 'Um tratado sobre os nossos actuais descontentamentos', Edições 70
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Espectáculo!
domingo, 13 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Serei um reacionário empedernido?
Comecei a ver as 'Histórias do cinema' do Godard. Ao fim de 10 minutos desliguei e fui buscar 'A minha viagem pelo cinema americano' do Scorsese.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Ora nem mais
Uma coisa em que penso volta e meia (e, claro, estou longe de pensar nos exemplos acima citados): porque é que não há bons blogs de cinema em Portugal?
(*) Também me parece um achado a menção ao 'mundo pequeno burguês' do Sound & Vision. João Lopes é inegavelmente uma pessoa que merece a nossa simpatia, mas a sua atracção por fenómenos da moda (da vulgar Madona aos telemóveis) torna o S&V ilegível, pelo menos para mim.
(*) Também me parece um achado a menção ao 'mundo pequeno burguês' do Sound & Vision. João Lopes é inegavelmente uma pessoa que merece a nossa simpatia, mas a sua atracção por fenómenos da moda (da vulgar Madona aos telemóveis) torna o S&V ilegível, pelo menos para mim.
Eles querem ganhar dinheiro
[...] Eles querem ganhar dinheiro. Os nossos alunos mais dotados trocam Cambridge pela banca. Mesmo na actual crise, é possível ganhar salários exorbitantes na bolsa.
George Steiner (em conversa com António Lobo Antunes), na LER deste mês
[...] É deprimente ver com que rapidez e em que quantidade os licenciados [do King's College, Cambridge] da década de 70 foram para o mundo da banca de investimento, do comércio e de ramos mais compensadores do direito.
Tony Judt, in 'O chalet da memória'
Um intelectual francês
Quando penso nos meus tempos na Normale Sup', lembro-me do engenheiro (licenciado pela École Polythecnique, a equivalente da Normale para as ciências aplicadas) que em 1830 foi enviado pelo rei para observar os testes da "Rocket" de George Stephenson, na nova linha de caminho-de-ferro que fora inaugurada entre Manchester e Liverpool. O francês sentou-se ao lado da linha, a tomar uma profusão de notas enquanto a pequena e robusta locomotiva puxou, sem falhas, o primeiro comboio entre as duas cidades, numa viagem de ida e volta. Depois de calcular judiciosamente o que acabara de observar, comunicou a Paris as suas conclusões: "A coisa é impossível", escreveu. "Não pode funcionar".
Ora aqui estava um intelectual francês.
Tony Judt, in 'O chalet da memória', Edições 70
sábado, 5 de novembro de 2011
Good News
Ao que parece Lourenço Bray, que manteve um dos melhores blogs de que me lembro, O nascer do Sol, está de volta - na revista salazar. E há mais boas notícias: colaboram também na dita cuja Ana Cássia Rebelo (do terrível - no bom sentido da palavra - Ana de Amesterdam), Bruno Vieira Amaral (a maior revelação da blogosfera desde o Casanova), o Ermita (confesso que preferia as suas anteriores encarnações bloguisticas) e o incontornável (sem segundo sentido) Pedro Mexia.
Além de uns ilustres desconhecidos, andam ainda por lá o 'Daniel do b-site e da rulote' (que nunca li) e o quanto a mim ilegível Lourenço Cordeiro (um reacionário a la João Pereira Coutinho, mas bastante mais 'sério', prevísível e enfadonho que o original).
Além de uns ilustres desconhecidos, andam ainda por lá o 'Daniel do b-site e da rulote' (que nunca li) e o quanto a mim ilegível Lourenço Cordeiro (um reacionário a la João Pereira Coutinho, mas bastante mais 'sério', prevísível e enfadonho que o original).
A ver vamos.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
contra a insidiosa invasão...
[...] entendo também este livro como uma forma de combate em prol da revitalização do nosso património culinário e contra a insidiosa invasão de uma certa "cozinha internacional", impessoal, soturna e monótona que já alastrou por muitos restaurantes e ameaça também entrar-nos pela casa dentro.
in Cozinha Tradicional Portuguesa, de Maria de Lourdes Modesto
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