terça-feira, 27 de abril de 2010

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Não são permitidos comentários sem conteúdo cognitivo, nomeadamente mero ruído, irrelevâncias, frivolidades ou insultos.

Os comentários com erros de ortografia sistemáticos serão apagados, independentemente do seu conteúdo.

(aqui)


segunda-feira, 26 de abril de 2010

Esqueci-me deste!


Promessa: uma vez que em termos de leituras isto continua caótico,






este ano não vou à Feira do livro de Braga (que, aliás, costuma ser uma merda).

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Não falta aqui o "maior clube do mundo"?

Manchester United, campeão inglês de futebol, foi hoje considerado pela revista Forbes o clube mais rico do mundo, ao ser avaliado em 1374 milhões de euros, suplantando o Real Madrid por 383 milhões

Lista dos clubes mais ricos segundos a Forbes:
1. Manchester United (Ing)
2. Real Madrid (Esp)
3. Arsenal (Ing)
4. FC Barcelona (Esp)
5. Bayern Munique (Ale)
6. Liverpool (Ing)
7. AC Milan (Ita)
8. Juventus (Ita)
9. Chelsea (Ing)
10. Inter Milão (Ita)
11. Schalke 04 (Ale)
12. Tottenham (Ing)
13. Lyon (Fra)
14. Hamburgo SV (Ale)
15. AS Roma (Ita)
16. Werder Bremen (Ale)
17. Marselha (Fra)
18. Borussia Dortmund (Ale)
19. Manchester City (Ing)
20. Newcastle United (Ing)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Amanhã lá estamos



If you want me to
I will be the one
that is always good
and you'll love me too
But you'll never know
What I feel inside
That I'm really bad
Little trouble girl
(Kim Gordon)
Remember mother
We were close
Very, very close
You taught me how to feel good
flow down life we understood
curl my hair and eye lash
hitch my cheeks and do my lips
Swing my hips just like you
Smile and behave
A circle of perfection, it's what you gave
Then one day I met a guy
He stole my heart, no alibi
He said:
Romance is a ticket to paradise
Momma, I'm not too young to try
We kissed
We hugged
We were close
Very, very close
We danced in the sand
and the water rose - higher and higher
until I found myself floating - in the sky
I'm sorry mother
I'd rather fight than have to lie
If you want me to
I will be the one
that is always good
and you'll love me too
But you'll never know
What I feel inside
That I'm really bad
Little trouble girl
[Repeats line]
Cross my heart and hope to die
I can not tell a lie
Ah-hu

Braga é uma anedota

'Um homem singular' está em exibição em Vizela, mas ainda não estreou em Braga.
Esta aposta dos senhores dos cinemas Lusomundo de Braga (vulgo Braga Parque), não obstante o seu diversificado leque de escolha, passarem exactamente os mesmos filmes do seu concorrente Cinemax (vulgo Bragashopping), parece-me cada vez mais brilhante.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

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Porque raio não haverá bons blogs de cinema em portugal?

domingo, 18 de abril de 2010

Anda, Zhang

Acabou por acusar a pressão frente ao campeoníssimo Stephen Hendry, mas não é todos os dias que se vê um jogador a tacar com as duas mãos, à O'Sullivan, e a arriscar tanto e tão bem.

Anda Zhang, 18 anos e um grande futuro à sua frente.

Jeff em Veneza, Morte em Varanasi



Na recensão a este livro publicada na edição de Março da LER, Rogério Casanova escreve que 'comercializado como um romance, o livro é na verdade um díptico de novelas, cujas subtis e pertinentes ligações internas só se tornam visíveis depois de uma releitura'.

Como eu não efectuei essa releitura (só fiz uma leitura impressionista), essas subtis ligações escaparam-me quase por completo. Aliás a minha reacção às 'duas novelas' foi bastante diferente.

Na primeira, um jornalista vai a Veneza cobrir a Bienal de arte, mas só pensa em ir a festas, beber o máximo número de belinis e, se possível, sair das festas acompanhado. Tem sorte e acaba por conhecer uma mulher por quem se apaixona, o que lhe permite cumprir os três objectivos em larga escala.

Achei-a (à novela) interessante e inteligentemente escrita, batendo com humor no fútil mundo da arte moderna, mas pouco mais. Não fosse o final bastante melancólico e até inusual (o homem é que fica com uma sensação de vazio perante o futuro mais que incerto da relação) e até me teria parecido um bocadinho literatura light (de nível elevado).

Mas a segunda novela elevou a coisa para todo um outro nível e sem dúvida que engrandece a primeira retroactivamente. Quem escreve assim, pensamos, é tudo menos light - e, de facto, a primeira novela passa a exigir uma releitura (que eu teria efectuado se tivesse mais tempo disponível e a pilha de livros e dvds por ler/ver não me stressasse tanto).

Um jornalista, que tanto "pode ser o Jeff de Veneza, ou um avatar do Jeff de Veneza, ou alguém completamente diferente" (Casanova, again), é enviado a Varanasi, a cidade Indiana dos mortos, para uma qualquer reportagem. Mas às tantas apercebe-se que não tem motivo para voltar à Inglaterra natal e vai-se deixando ficar, vai absorvendo com alguma ironia os costumes indianos que achava rídiculos, a sua religião (o Hinduísmo, com o seu 'panteão Disney' ), o seu modo de vida.

Há aqui algo de homenagem, paródia, citação, desconstrução, sei lá, daqueles livros em que jovens (mas aqui a nossa personagem já vai nos quarenta e) vão para a Índia ter iluminações místicas (tipo 'O fio da navalha'). Mas aqui não é bem isso. Trata-se de entrar mais profundamente nas coisas: através do cansaço, da desistência, da inércia. Corpo e mente pura e simplesmente vão ficando dormentes, doentes, ausentes (eu nunca passaria num curso de escrita criativa).

" Não quero parecer uma espécie de pseudo-sanyasin. (...) Eu não renunciei ao mundo; apenas, a pouco e pouco, me tornei menos interessado em certos aspectos dele, menos envolvido com ele - e essa diminuição de interesse foi lentamente retribuída. É assim que funciona. O mundo deixa de nos destacar; deixamos de sentir que o mundo nos está a destacar."

'Morte em Varanasi' (e o desfecho da novela estará no titulo) impressiona pelo realismo como nos mostra que uma pessoa parando, libertando-se da rotina que nos obriga a mexer, pode facilmente descobrir que não se interessa lá muito pelo que anda aqui a fazer. É uma novela que marca, que fica, uma pequena obra-prima.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

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"Podia ficar assim. O Cavaco ficava na República Checa e nós ficávamos cá com a Sra.Merkel."

Um colega de trabalho, a propósito das notícias.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Kasia Smutniak



Trivia:

Started model career when she was 15 years old.

Speaks fluent Polish, Russian, English and Italian.


Entrou em 'Caos Calmo' e pode ser vista actualmente numa sala perto de si em 'De Paris com amor'.

Boa nova

Pelos vistos vai sair uma nova edição de 'Morrem mais de mágoa', um dos livros da minha vida. Ao contrário de tantos outros exemplares da grande 'Colecção Dois Mundos', este não existia em casa dos meus pais, comprei-o uma vez em preço de saldo num hipermercado. Foi o meu primeiro contacto com Saul Bellow e só 'Ravelstein' viria a rivalizar com ele nas minhas preferências do escritor americano.

É bom vê-lo de novo à disposição de um público mais alargado, até porque sempre pensei que Bellow não vendia em Portugal - penso que tenho todos os seus livros editados por cá, e foram todos comprados ao preço da chuva.

Trailers idiotas

Ontem vi o trailer de I Love You Phillip Morris e, não sei porquê, fiquei com a sensação de que já vi o filme todo em versão resumida.

sábado, 10 de abril de 2010

Capitais de quê?

"...depois de no ano passado quase todas as grandes capitais, de Boston a Sidney... "

Vanessa Rato, 'Mega-exposições nos 100 (mais um) anos dos Ballets Russes', no ípsilon

quinta-feira, 8 de abril de 2010

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É possível estar a perder 3-0 em Old Trafford e continuar a correr e a acreditar que é possível marcar dois golos e passar a eliminatória? É, se o adversário do Manchester for uma equipa Alemã.

Digam o que disserem, os gajos têm uma mentalidade que compensa muitas limitações.

JPC

Aí há dias saí de casa do meu primo com 2 livros na mão: um que reúne crónicas de João Pereira Coutinho na Folha de S.Paulo e outro que reúne textos de Francisco José Viegas no Aviz e n' A Origem das espécies, ambos distribuídos com a revista Sábado há uns anos, ao que parece.

Comecei pelo de Coutinho e aconteceu-me o habitual quando o leio: um misto de admiração (pela prosa e por alguns textos) e de irritação (pelo exibicionismo, pela sobranceria e por alguns textos). Às vezes a primeira predomina, outras vezes a segunda sobrepõe-se. Mas nunca é muito agradável ler alguém que nos irrita.

Estava a pensar escrever algo sobre ele, quando, num acesso de memória espectacular, me lembrei que Ivan Nunes tinha escrito sobre o livro, e fui pesquisar. No essencial o post é mais sobre um dos textos do livro que sobre o livro, mas reflecte bem a minha opinião sobre JPC:

Ah, e as crónicas do Coutinho? Vocês sabem: exibicionismo de nomes e na pontuação, nas fórmulas gastas e na insistência piadética. Mas - não há por que hesitar - escrita fluente e, uma vez por outra, com um achado (...). Em uma ou outra em até encontrei uma sensibilidade próxima da minha.

(vale bem a pena ler o post todo)

É por estas e por outras que Ivan Nunes é o meu blogger preferido. Pena ter-se reformado prematuramente.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Março



Jeff em Veneza, morte em Varanasi, Geoff Dyer (4/5)
O Americano tranquilo, Graham Greene (5/5)
Diário Volúvel, Enrique Vila-Matas (4,5/5)
Nova tertúlia de mentirosos, Jean-Claude Carriére (3,5/5)

Penso que nunca nos é indicada a idade de Thomas Fowler, o protagonista de 'O Americano tranquilo', em parte alguma do livro. Na versão fílmica de Philip Noyce, ele é soberbamente interpretado por um Michael Caine com quase 70 anos, e na de Mankiewicz por Michael Redgrave com 50 anos à altura. Eu imaginei-o mais ou menos com cinquenta e tal (e Caine parece efectivamente mais novo.) Já Phuong, salvo erro, teria 18 anos quando Thomas a conheceu, dois ou três anos antes de de a história se desenrolar.

Thomas, como é sabido, fará tudo, mesmo tudo, para não a perder. Ter uma jovem de 18 anos que lhe prepare um cachimbo de ópio, antes de se deitar com ele, é tudo o que pede da vida. Ele teria então 50 ou 60 anos, como vimos. Eu ainda não cheguei aos quarenta, mas as minhas ambições são iguaizinhas: encontrar uma bela e jovem Phuong, que me prepare um cachimbo de ópio antes de se deitar comigo. Como é que este não há-de ser um dos livros da minha vida?

domingo, 4 de abril de 2010

"Factos e nomes"

15/03/1751 -É proibido colocar cornos nas portas das casas dos maridos enganados.

in Almanaque de Santo António, Editorial Franciscana, Braga, 2008

sexta-feira, 2 de abril de 2010