Invisível, Paul Auster (4/5)
O Sindicato dos polícias Iídiches, Michael Chabon (4/5)
Poe, Uma vida abreviada, Roger Ackroyd (3/5)
Proust era um neurocientista, Jonah Leher /5/5)
Sarrazine, Honoré de Balzac (seguido de Cultos do sexo e da beleza-Balzac, Camille Paglia) (4/5)
Finalmente gostei de um livro de Paul Auster. No fundo, sempre achei que se seleccionasse criteriosamente, um dia encontraria um livro dele bom. Um escritor com um universo tão cinéfilo não podia ser mau de todo. De resto o meu livro do mês foi o de Jonah Leher, que me pareceu notável a todos os níveis. Já a primeira biografia que li do 'celebrado' Roger Ackroyd me desiludiu um pouco. Tanto me pareceu que era omisso em informações sobre Poe, como que deduzia abusivamente sobre uma série de aspectos. Claro que o trabalho de um bom biógrafo também é especular e tapar buracos, mas aqui fiquei muitas vezes com a sensação que as opiniões de Ackroyd entravam em contradição com os factos apresentados pelo próprio. Achei no entanto comovente o seu denodado esforço em tentar convencer-nos que, não obstante Poe ser um bebedor inveterado, não era um alcoólico- opinião que todos os seus conterrâneos, do padrasto aos diversos chefes, achariam sem dúvida aberrante.
O Sindicato dos polícias Iídiches, Michael Chabon (4/5)
Poe, Uma vida abreviada, Roger Ackroyd (3/5)
Proust era um neurocientista, Jonah Leher /5/5)
Sarrazine, Honoré de Balzac (seguido de Cultos do sexo e da beleza-Balzac, Camille Paglia) (4/5)
Finalmente gostei de um livro de Paul Auster. No fundo, sempre achei que se seleccionasse criteriosamente, um dia encontraria um livro dele bom. Um escritor com um universo tão cinéfilo não podia ser mau de todo. De resto o meu livro do mês foi o de Jonah Leher, que me pareceu notável a todos os níveis. Já a primeira biografia que li do 'celebrado' Roger Ackroyd me desiludiu um pouco. Tanto me pareceu que era omisso em informações sobre Poe, como que deduzia abusivamente sobre uma série de aspectos. Claro que o trabalho de um bom biógrafo também é especular e tapar buracos, mas aqui fiquei muitas vezes com a sensação que as opiniões de Ackroyd entravam em contradição com os factos apresentados pelo próprio. Achei no entanto comovente o seu denodado esforço em tentar convencer-nos que, não obstante Poe ser um bebedor inveterado, não era um alcoólico- opinião que todos os seus conterrâneos, do padrasto aos diversos chefes, achariam sem dúvida aberrante.
Entretanto, embora ainda vá a meio de Neve, e esteja ainda a acabar Hannah Arendt e Martin Heidegger, bem como as Conversas com Pedro Almodóvar, lancei-me na leitura do mastodôntico 2066. Comentários next month.

Erva - 1ª temporada (4,5/5)
É raro seguir uma série até ao fim, no total tê-lo-ei feito uma meia dúzia de vezes. A última foi Dexter e, a julgar pela primeira temporada, a próxima é Erva. Há muito tempo que não via nada tão politicamente incorrecto.

Um profeta, Jacques Audiard, 2009 (8,5/10)
Estrela cintilante, Jane Campion, 2009 (7,5/10)
O joelho de Claire, Eric Rohmer, 1970 (8/10)
O laço branco, Michael Haneke, 2009 (8/10)
Nas nuvens, Jason Reitman, 2009 (6/10)
Má educação, Pedro Almodóvar, 2004 (8,5/10
Um, dois, três, Billy Wilder, 1961 (8,5/10)
Cenas da vida conjugal, Ingmar Bergman, 1960 (10/10)
Zombieland, Ruben Fleischer (6,5/10)
'Cenas da vida conjugal' é um Bergman dos Bergmans. Já 'O joelho de Claire' tem a personagem mais irritante da filmografia de Rohmer (e Deus sabe que ele tem muitas), Jerome, o barbudo que se entretém a seduzir adolescentes 'por desafio'. É um dos Rohmer mais famosos, pelo menos na blogosfera lusa, mas nem de longe entrou para o lote dos meus preferidos do mestre francês.
Além dos acima classificados ainda vi na diagonal, em fast forward, se se pudesse fazer ff no PC, 'Avere vent´anni' e 'Porno Holocaust' . Estes filmes divertem-me mas descobri que não tenho paciência para os ver sozinho. Bons tempos em que passava as tardes de Sábado a beber vinho tinto e a assistir a filmes deste calibre com uma amiga. Mas ela agora é casada e mãe de filhos e eu nunca mais a vi.
'Cenas da vida conjugal' é um Bergman dos Bergmans. Já 'O joelho de Claire' tem a personagem mais irritante da filmografia de Rohmer (e Deus sabe que ele tem muitas), Jerome, o barbudo que se entretém a seduzir adolescentes 'por desafio'. É um dos Rohmer mais famosos, pelo menos na blogosfera lusa, mas nem de longe entrou para o lote dos meus preferidos do mestre francês.
Além dos acima classificados ainda vi na diagonal, em fast forward, se se pudesse fazer ff no PC, 'Avere vent´anni' e 'Porno Holocaust' . Estes filmes divertem-me mas descobri que não tenho paciência para os ver sozinho. Bons tempos em que passava as tardes de Sábado a beber vinho tinto e a assistir a filmes deste calibre com uma amiga. Mas ela agora é casada e mãe de filhos e eu nunca mais a vi.

























